
Há muito tempo os ventos que circulam o maior e principal estado do Brasil nos traz medo, censura e repressão. E tenta esconder um povo miscigenado e alegre que luta para que São Paulo volte a crescer e seja novamente o propulsor do desenvolvimento do Brasil.
Somos estudantes, professores, trabalhadores do campo e da cidade, protagonistas e herdeiros de uma geração de resistência construindo o movimento para mudarmos os rumos dos ventos, mostrando assim a característica mais humana do povo que constrói o desenvolvimento de nosso estado.
Desde 1996 com a implementação do Programa de Desestatização (que visa à privatização de todo setor público), vivemos com a ameaça da privatização. Não aceitaremos que vendam o que pertence ao povo paulista, como fizeram com a Cosipa (Companhia Siderúrgica Paulista), Eletropaulo e Banespa, entre outras, que essa política neoliberal entregou e hoje quer dar de mãos beijadas para empresas internacionais.
À frente desse projeto de desenvolvimento, estão aqueles que cansaram. Setores entreguistas que querem menos Estado mais Mercado e preferem que São Paulo seja dirigida pelo capital estrangeiro. Não é esse desenvolvimento que queremos ver. Queremos o fortalecimento do Estado no centro desse projeto, sendo responsável por políticas públicas que resolvam os problemas da sociedade paulista.
Serra e Kassab querem nos empurrar garganta a baixo seu projeto de desenvolvimento. Não nos dão direito de resposta, como fizeram durante a campanha contra a privatização do Metrô, demitindo mais de sessenta funcionários, nas passeatas contra o aumento da tarifa do ônibus, e batendo nos estudantes que se levantaram para garantir a autonomia da universidade pública e o aumento do investimento para educação. Passando de seus limites, mandou a sua Tropa de Choque invadir a Faculdade de Direito do Largo São Francisco e outras instituições de ensino, atitude que nem nos anos de chumbo da ditadura foi tomada. Ao invés de dialogar com os movimentos sociais, tenta nos calar e nos criminaliza para tentar impedir o nosso grito de mudança.
Queremos uma escola que não pareça com as Febem´s; queremos a nossa escola verdadeiramente aberta para a comunidade, com a participação da comunidade na decisão de seus rumos. Queremos nossa escola fortalecida, com mais investimento e qualidade, sendo acessível para todos. Não basta mudar o nome da FEBEM, é preciso investir na juventude paulista, hoje! Criminalizar a juventude excluída não é saída para os problemas estruturais por que o estado de São Paulo passa.
Queremos a universidade pública como pilar desse projeto, com ampliação dos seus campi e vagas, garantindo subsídios para pesquisa, ultrapassar os seus muros, tendo intersecção com as problemáticas do povo paulista. Queremos uma universidade pública democrática, autônoma, com investimento que garanta profundas mudanças em São Paulo.
Este é um ano que chama os estudantes para muita luta e organização. Devemos fortalecer esse espaço que reúne amplos movimentos sociais para a construção de um calendário unificado de lutas.
A luta de protagonistas e herdeiros da resistência paulista é a força motriz desse movimento que, não se cansa, que acredita que é possível mudar os rumos dos ventos para construir uma São Paulo mais humana, mais igualitária que reflita as esperanças de seu povo !
União Estadual dos Estudantes de São Paulo
União Paulista dos Estudantes Secundaristas
Somos estudantes, professores, trabalhadores do campo e da cidade, protagonistas e herdeiros de uma geração de resistência construindo o movimento para mudarmos os rumos dos ventos, mostrando assim a característica mais humana do povo que constrói o desenvolvimento de nosso estado.
Desde 1996 com a implementação do Programa de Desestatização (que visa à privatização de todo setor público), vivemos com a ameaça da privatização. Não aceitaremos que vendam o que pertence ao povo paulista, como fizeram com a Cosipa (Companhia Siderúrgica Paulista), Eletropaulo e Banespa, entre outras, que essa política neoliberal entregou e hoje quer dar de mãos beijadas para empresas internacionais.
À frente desse projeto de desenvolvimento, estão aqueles que cansaram. Setores entreguistas que querem menos Estado mais Mercado e preferem que São Paulo seja dirigida pelo capital estrangeiro. Não é esse desenvolvimento que queremos ver. Queremos o fortalecimento do Estado no centro desse projeto, sendo responsável por políticas públicas que resolvam os problemas da sociedade paulista.
Serra e Kassab querem nos empurrar garganta a baixo seu projeto de desenvolvimento. Não nos dão direito de resposta, como fizeram durante a campanha contra a privatização do Metrô, demitindo mais de sessenta funcionários, nas passeatas contra o aumento da tarifa do ônibus, e batendo nos estudantes que se levantaram para garantir a autonomia da universidade pública e o aumento do investimento para educação. Passando de seus limites, mandou a sua Tropa de Choque invadir a Faculdade de Direito do Largo São Francisco e outras instituições de ensino, atitude que nem nos anos de chumbo da ditadura foi tomada. Ao invés de dialogar com os movimentos sociais, tenta nos calar e nos criminaliza para tentar impedir o nosso grito de mudança.
Queremos uma escola que não pareça com as Febem´s; queremos a nossa escola verdadeiramente aberta para a comunidade, com a participação da comunidade na decisão de seus rumos. Queremos nossa escola fortalecida, com mais investimento e qualidade, sendo acessível para todos. Não basta mudar o nome da FEBEM, é preciso investir na juventude paulista, hoje! Criminalizar a juventude excluída não é saída para os problemas estruturais por que o estado de São Paulo passa.
Queremos a universidade pública como pilar desse projeto, com ampliação dos seus campi e vagas, garantindo subsídios para pesquisa, ultrapassar os seus muros, tendo intersecção com as problemáticas do povo paulista. Queremos uma universidade pública democrática, autônoma, com investimento que garanta profundas mudanças em São Paulo.
Este é um ano que chama os estudantes para muita luta e organização. Devemos fortalecer esse espaço que reúne amplos movimentos sociais para a construção de um calendário unificado de lutas.
A luta de protagonistas e herdeiros da resistência paulista é a força motriz desse movimento que, não se cansa, que acredita que é possível mudar os rumos dos ventos para construir uma São Paulo mais humana, mais igualitária que reflita as esperanças de seu povo !
União Estadual dos Estudantes de São Paulo
União Paulista dos Estudantes Secundaristas

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